Março 12, 2021

como explicamos … que há maior alegria em dar que no recebimento


“seja generoso no serviço que outros dá sentido à vida “

Reconheça, esse princípio evangélico é difícil de entender e Ainda mais difícil viver mesmo para adultos. Naturalmente, parece-nos que “compartilhamento é ficar com menos” e que ocorrem continuamente pode se tornar exaustivo.

Infância é o estágio do desenvolvimento evolutivo, onde são observados mais comportamentos egoístas. As crianças pequenas tendem a satisfazer seus desejos de maneira imediata, sem levar em conta os outros. Os pais precisam impedir esse aspecto evolucionário se tornar um hábito.

É interessante pensar que a dependência é o estado original de todo ser humano. Nascemos necessitados (somos o animal que leva mais para se tornar “autônomo”) e é por isso que está em nossa natureza solicitar. O passo que leva à pessoa a dar – um processo de maturidade é necessário que todos os dias se tornem Mais difícil. Nós, pais, correspondem a nós a difícil tarefa de educar nossos filhos na “generosidade justa”. Não tão limitado ou precário, mas assim que uma resposta justa ao dom da vida dos pais, o dom de Deus. Para chegar lá, não temos que nos esquecer, rejeitar ou superar a dependência, mas integrá-lo e para poder se dar. Tão importante aprender a perguntar e receber como aprender a dar.

Este ensino e este aprendizado ocorre, no início, na família. O dia a dia é atormentado em ocasiões para dar um testemunho de generosidade e serviço como pais, mas também para dar a oportunidade às crianças que eles se exercitam em tais virtudes.

temos que começar com a base que o homem é feito para amar e ser amado. O amor consiste na doação de si mesmo, na busca contínua pelo bem do outro. Se essa é a nossa vocação, é lógico pensar que nossa principal tarefa é aprender a amar. Para isso, é necessário, por sua vez, aprender e treinar a generosidade, que é uma expressão de amor, a maneira como nos damos aos outros. Como há essa relação entre o amor e a doação de nós mesmos, devemos nos convencer de que quanto maior nosso amor, maior será disposto a dar.

Poderíamos definir a generosidade como a virtude que nos leva a compartilhar nossos bens – incluindo o bom quanto possível, nosso próprio ser – com os outros, procurando por isso para promover próprio bem. A pessoa generosa experimenta uma profunda alegria em realizar o ato de sua virtude, que consiste em dar – para entregar aos outros. Ele não a experimenta como algo caro ou difícil. Supõe-se generoso e gosta de buscar isso.

Dar-não é fácil. A generosidade não aparece e cresce espontaneamente, mas precisa de outras virtudes de que os pais devem inculcar em nossos filhos: auto-negação, bondade, caridade, desapego, entrega, gratidão, misericórdia, sacrifício, solidariedade. Se essas virtudes não estiverem disponíveis, é difícil ser generoso.

A generosidade tem uma versão mais alta, a magnanimidade. Esta é a disposição de dar mais do que o esperado, para se render ao fim. Nós nos tornamos magnicos através de pequenos atos de generosidade diária, quando aprendemos a pensar e desejo grande de pequenas coisas. A magnanimidade implica o desejo de ser generoso, grande e negrito.

Como podemos educar a generosidade em nossos filhos?

– explicando a importância de dar sem esperar nada em troca. Nem sempre é fácil, porque às vezes esperamos que nossas ações sejam reconhecidas.

– explicando que a felicidade não está em possuir bens materiais. Nosso tempo e talentos são mais importantes e é necessário colocá-los a serviço dos outros. As crianças podem aprender a dar, mesmo antes de serem feitas. Para dar, contra o que muitas vezes você pode pensar, você não precisa ter muitas coisas; O verdadeiramente importante é compartilhar o que se possui. Devemos insistir com as crianças em que o egoísmo é uma fonte segura de tristeza e, em última análise, de solidão.

– Dar também tem que doer. Temos que explicar aos nossos filhos que não é suficiente para dar apenas o que resta, e temos que dar um exemplo disso. Dê implique um certo tipo de sacrifício em que algo é dado; Em troca, o coração está cheio de alegria em uma proporção semelhante.Devemos até mesmo colocar nossos filhos a conclusão lógica desse raciocínio: não há amor maior do que aquele que dá vida a seus amigos.

– Para dar corretamente em situações concretas, temos que pensar sobre o que são Vamos dar, quem, quando, como, e por que,

a pergunta que nossos filhos podem fazer é: por que eu tenho que dar?

Neste ponto ajuda a lembrar que Deus nos pensou, nos deram vida e nos amou primeiro e livre. É amar como é recebido. Colocando o coração em cada ação que nos leva a compartilhar com os outros. “O que você recebeu livre, livre dar”. A resposta é gratidão, somos chamados a dar porque antes de recebermos um presente muito grande.

não Esqueça que a vida é serviço, e esse serviço é alegria. Que Deus é aquele que nos agradece e recompensa nosso serviço e nossa generosidade com “cento e um”. E que, no final da vida, eles nos examinarão de amor.

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